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Dificuldade de enxergar e perda da visão é maior em mulheres

Pesquisa do IBGE acende o sinal de alerta para a saúde ocular da população feminina. Isso porque aponta que a maior dificuldade de enxergar e a perda da visão é 50% maior entre elas.

Sexta, 11 de março de 2022


Na semana do dia internacional da mulher, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acende o sinal de alerta para a saúde ocular da população feminina. Isso porque aponta que a maior dificuldade de enxergar e a perda da visão é 50% maior entre elas.

A boa notícia é que a mulher valoriza mais a saúde ocular. Levantamento recente do Instituto Penido Burnier revela que desde o início da pandemia, o acompanhamento oftalmológico foi 30% mais regular entre as mulheres do que entre os homens. A má notícia, é que nesse hospital a Covid-19 aumentou a irregularidade dos acompanhamentos oftalmológicos de 65% para 75% entre os que têm alguma dificuldade para enxergar.

Para o Dr. Queiroz Neto, responsável pelo levantamento, o maior cuidado da mulher com a visão está associado ao perfil psicológico da população feminina e à sinalização de alterações como a miopia, dificuldade de enxergar à distância, que é 20% maior entre elas, por passarem mais tempo trabalhando no computador ou realizando atividades próximas. "O maior contato dos olhos com a evaporação de produtos de limpeza, cosméticos e maquiagem na região dos olhos também estimula processos alérgicos entre elas" salienta. Isso faz com que tenham 15% mais astigmatismo. "De tanto esfregar ou coçar os olhos, a córnea, lente externa do olho, fica irregular e forma múltiplos focos sobre a retina, deixando a visão desfocada para perto e longe", explica.

A miopia, o astigmatismo e a hipermetropia, dificuldade de enxergar próximo, podem ser corrigidos com óculos ou lente de contato; entretanto, muitas mulheres não se adaptam bem às lentes de contato e também gostariam de dizer adeus aos óculos. Uma em cada 2 passam a maior parte do tempo sem os óculos de grau por vaidade. Por isso, elas respondem por 2/3 das cirurgias refrativas, inclusive durante a pandemia.

Quem pensa em se livrar dos óculos e gostaria de passar pela cirurgia, precisa ter mais de 21 anos e estar com o grau estabilizado há um ano. Estar gestante - que faz a refração ficar instável, o olho seco, glaucoma, córnea fina e alterações na retina são contraindicações. Por isso, é preciso que seja realizada uma bateria completa de exames para indicação do procedimento.

A cirurgia refrativa para corrigir miopia, hipermetropia e astigmatismo é um dos procedimentos que mais agregou tecnologia nos últimos anos. Existem 4 técnicas distintas e todas são boas. A mais adequada depende do estilo de vida, espessura da córnea, intensidade do erro de refração e expectativa de cada paciente. Consulte o oftalmologista para saber o melhor procedimento para seu caso.

Fonte: Portal da Oftalmologia


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